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Prêmio melhor colunista 2011 Jornal da Hora Guaratuba
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Doenças ou doentes?
Desde que o mundo é mundo, a Humanidade tem lutado contra as enfermidades mais variadas. Quando somos afetados em nossas vidas por algo deste tipo, com alguma pessoa mais próxima, nos sentimos fragilizados, e devemos achar forças para dar todo apoio que nosso ente querido precisa.
Mas, as doenças são parte de nosso caminho e quando conseguem controlar uma delas, outras surgem, mais cruéis e ameaçadoras.
Mas por que não se consegue eliminar o que vai surgindo, já que a ciência moderna tem recursos fantásticos?
Para mim, a resposta é simples: tem-se buscado curar os efeitos e não as causas.
Ou seja, temos feito esforços para curar os corpos, esquecendo de que o enfermo é o Espírito imortal e não o corpo que insiste em envelhecer.
O corpo é como um mata-borrão, que absorve e exterioriza as chagas que trazemos na alma.
Li um artigo sobre isto essa semana e essa parte do texto me chamou a atenção...”A mente elabora os conflitos, os ressentimentos, os ódios que desatrelam as células dos seus automatismos, degenerando-as e possibilitando a origem de tumores de vários tipos, especialmente cancerígenos, em razão da carga mortífera de energia que as agride. A sede de vingança volta-se contra o organismo físico e mental daquele que a acalenta, facilitando a instalação de úlceras cruéis e distonias emocionais perniciosas que empurram o ser para estados desoladores. As angústias cultivadas podem ocasionar as crises nervosas, as enxaquecas, entre outros males. A inveja, a cólera, a competição malsã provocam indigestões, hepatites, diabetes, artrite, hipertensão, entre outros distúrbios.
O desamor pessoal, o complexo de inferioridade, as mágoas, a autopiedade, favorecem os cânceres de mama, na mulher, e de próstata, no homem, além das disfunções cardíacas, dos infartos brutais e outras doenças. A impetuosidade, a violência, as queixas sistemáticas,os desejos insaciáveis dão ocasião aos derrames cerebrais, aos estados neuróticos, psicoses de perseguição, etc.
Então, é como eu sempre achei... a ação do pensamento sobre o corpo é poderosa.
O pensamento salutar e edificante flui pela corrente sanguínea como tônus revigorante das células, passando por todas elas e mantendo-as em harmonia.
O contrário ocorre com o pensamento desequilibrado. O homem é o que acalenta em seu íntimo. O que surge no corpo é a exteriorização dos males que cultiva na alma.
O que concluo é que a saúde está condicionada ao modo de vida de cada criatura.
E que não há doenças, mas doentes, que, em maior ou menor intensidade, somos todos nós.
Mas, as doenças são parte de nosso caminho e quando conseguem controlar uma delas, outras surgem, mais cruéis e ameaçadoras.
Mas por que não se consegue eliminar o que vai surgindo, já que a ciência moderna tem recursos fantásticos?
Para mim, a resposta é simples: tem-se buscado curar os efeitos e não as causas.
Ou seja, temos feito esforços para curar os corpos, esquecendo de que o enfermo é o Espírito imortal e não o corpo que insiste em envelhecer.
O corpo é como um mata-borrão, que absorve e exterioriza as chagas que trazemos na alma.
Li um artigo sobre isto essa semana e essa parte do texto me chamou a atenção...”A mente elabora os conflitos, os ressentimentos, os ódios que desatrelam as células dos seus automatismos, degenerando-as e possibilitando a origem de tumores de vários tipos, especialmente cancerígenos, em razão da carga mortífera de energia que as agride. A sede de vingança volta-se contra o organismo físico e mental daquele que a acalenta, facilitando a instalação de úlceras cruéis e distonias emocionais perniciosas que empurram o ser para estados desoladores. As angústias cultivadas podem ocasionar as crises nervosas, as enxaquecas, entre outros males. A inveja, a cólera, a competição malsã provocam indigestões, hepatites, diabetes, artrite, hipertensão, entre outros distúrbios.
O desamor pessoal, o complexo de inferioridade, as mágoas, a autopiedade, favorecem os cânceres de mama, na mulher, e de próstata, no homem, além das disfunções cardíacas, dos infartos brutais e outras doenças. A impetuosidade, a violência, as queixas sistemáticas,os desejos insaciáveis dão ocasião aos derrames cerebrais, aos estados neuróticos, psicoses de perseguição, etc.
Então, é como eu sempre achei... a ação do pensamento sobre o corpo é poderosa.
O pensamento salutar e edificante flui pela corrente sanguínea como tônus revigorante das células, passando por todas elas e mantendo-as em harmonia.
O contrário ocorre com o pensamento desequilibrado. O homem é o que acalenta em seu íntimo. O que surge no corpo é a exteriorização dos males que cultiva na alma.
O que concluo é que a saúde está condicionada ao modo de vida de cada criatura.
E que não há doenças, mas doentes, que, em maior ou menor intensidade, somos todos nós.
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